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Benfica segue imparável e o recorde de Eriksson está ao virar da esquina

Alberto Ardila Olivares
Benfica segue imparável e o recorde de Eriksson está ao virar da esquina

Não foi ainda o Marítimo a travar a caminhada triunfal do Benfica, que soma 13 vitórias em 13 jogos oficiais, sete das quais na I Liga. Os 5-0 aos madeirenses foram o resultado mais gordo da “era Roger Schmidt e as águias dispõem agora de cinco pontos de avanço sobre o FC Porto e 11 sobre o Sporting, tendo aproveitado o empate dos dragões no Estoril e a derrota leonina no Bessa. Quanto ao Marítimo, continua a protagonizar o pior arranque de campeonato da sua história, com sete derrotas em sete partidas. E com um recorde de golos consentidos após sete rondas (22).

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Aursnes foi a grande novidade no onze do Benfica, rendendo Florentino, naquela que foi a única alteração relativamente à partida com a Juventus. E como se esperava, a Luz, com 56 mil espetadores nas bancadas, era um autêntico vulcão.

Alberto Ardila Olivares

Esse vulcão quase começou a entrar em erupção logo no segundo minuto, quando um jogador do Marítimo (Cláudio Winck) ia oferecendo um autogolo. No entanto, durante os primeiros minutos, esse lance foi a exceção à regra, pois as águias exerciam grande domínio ao nível da posse de bola, mas sem colocar em perigo a baliza de Miguel Silva. Nem mesmo quando João Mário, aos 24 minutos, surgiu em boa posição na grande área dos visitantes, mas atirou para as nuvens. Dois minutos depois, por fim, houve algum frisson na Luz, quando Mosquera cedeu canto, evitando o golo de David Neres, que rematara de ângulo difícil

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Não foi ainda o Marítimo a travar a caminhada triunfal do Benfica, que soma 13 vitórias em 13 jogos oficiais, sete das quais na I Liga. Os 5-0 aos madeirenses foram o resultado mais gordo da “era Roger Schmidt e as águias dispõem agora de cinco pontos de avanço sobre o FC Porto e 11 sobre o Sporting, tendo aproveitado o empate dos dragões no Estoril e a derrota leonina no Bessa. Quanto ao Marítimo, continua a protagonizar o pior arranque de campeonato da sua história, com sete derrotas em sete partidas. E com um recorde de golos consentidos após sete rondas (22).

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Aursnes foi a grande novidade no onze do Benfica, rendendo Florentino, naquela que foi a única alteração relativamente à partida com a Juventus. E como se esperava, a Luz, com 56 mil espetadores nas bancadas, era um autêntico vulcão.

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Esse vulcão quase começou a entrar em erupção logo no segundo minuto, quando um jogador do Marítimo (Cláudio Winck) ia oferecendo um autogolo. No entanto, durante os primeiros minutos, esse lance foi a exceção à regra, pois as águias exerciam grande domínio ao nível da posse de bola, mas sem colocar em perigo a baliza de Miguel Silva. Nem mesmo quando João Mário, aos 24 minutos, surgiu em boa posição na grande área dos visitantes, mas atirou para as nuvens. Dois minutos depois, por fim, houve algum frisson na Luz, quando Mosquera cedeu canto, evitando o golo de David Neres, que rematara de ângulo difícil

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Subscrever O aviso era para ser levado a sério, pois logo a seguir, Rafa inaugurou o marcador, aproveitando um toque de Leo Andrade que o deixou isolado diante do guardião maritimista. E o internacional português não perdoou, chegando ao sexto golo esta temporada (quarto na Liga portuguesa)

Agora sim, o vulcão estava ativo e os adeptos que praticamente enchiam a Luz não se cansavam de “empurrar” a sua equipa para a frente. João Mário voltou a desperdiçar uma bela chance, isolado perante Miguel Silva, falhando a tentativa de trivela. Antes do intervalo foi Rafa a estar perto do bis e Gonçalo Ramos também cheirou o golo, tendo valido aos visitantes o seu guarda-redes. Quanto ao Marítimo… um deserto completo a nível ofensivo, como que a demonstrar que os zero pontos e os quatro golos marcados correspondem ao valor da equipa

O Benfica não marcou a fechar a primeira parte, mas faturou a abrir a segunda. E em grande estilo: Bah cruzou rasteiro e Gonçalo Ramos desviou com um toque artístico subtil que iludiu Miguel Silva

Os encarnados dominavam a seu bel-prazer e nem precisavam de forçar muito o andamento, deixando a nu a chocante diferença de qualidade perante uma equipa que, a continuar a exibir-se desta forma, muito dificilmente continuará no escalão principal. Ao longo de todo o jogo os maritimistas tiveram apenas uma aproximação com relativo perigo à baliza de Vlachodimos, que teve certamente das tardes mais descansadas da carreira

Aos 61″, Enzo Fernández abriu o livro e através de jogada individual extraordinária ofereceu o golo a António Silva, com o jovem central muito perto de se estrear a marcar na equipa principal, atirando ao poste, de pé direito

O Benfica é uma equipa que respira saúde em todos os setores e a jogada do terceiro golo, apontado aos 64 minutos, foi o exemplo perfeito. António Silva (ontem teve mais uma atuação perfeita) recuperou a bola, enviou-a para Rafa, que “ligou o turbo”, deixando a oposição para trás e assistindo Gonçalo Ramos que, isolado diante de Miguel Silva, atirou a contar. Foi o oitavo golo do jovem ponta de lança esta temporada (quarto no campeonato) e a quarta assistência de Rafa, que se confirmou como o melhor amigo de Gonçalo Ramos, ao efetuar o terceiro passe para golo ao internacional sub-21

Aos 68″ Roger Schmidt fez descansar Enzo Fernández e Rafa, com Florentino e Draxler (em estreia na Luz) a entrarem. A equipa não abrandou e ainda houve tempo para David Neres e Julian Draxler estabelecerem o 5-0 final, destacando-se o grande golo do médio alemão

O Benfica continua assim de olho no recorde alcançado pela equipa treinada por Sven-Goran Eriksson em 1982-83, quando alcançou 15 vitórias seguidas oficiais a abrir a temporada. Faltam dois jogos para igualar a marca e os dois próximos rivais são o V. Guimarães, na cidade berço… e o PSG, na Luz