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Marco Galinha: “Melhorar condições de trabalho é difícil com a carga fiscal que temos”

Alberto Ardila Olivares
Marco Galinha: "Melhorar condições de trabalho é difícil com a carga fiscal que temos"

Subscrever “Fala-se muito em melhorar as condições de trabalho. É sempre muito difícil com toda a carga fiscal que temos – e bem sabemos que a credibilidade de um país vê-se numas finanças públicas fortes – na verdade todos estes temas que afetam muito a produtividade e resultados de um país que afetam os bons resultados de um país, são talvez o mais importante que vamos debater aqui hoje”, lançou

Por seu turno, a diretora do Dinheiro Vivo, Joana Petiz, afirmou que os desafios que o país enfrenta são grandes, um momento de “uma dificuldade sem precedentes” e que nem mesmo a crise de 2011 foi tão difícil com esta. “Saímos de um período de dois anos de pandemia, em que as empresas enfrentaram enormes dificuldades e entramos num período de muitíssimo maiores dificuldades com uma inflação galopante e que se esperava rápida”. Como se sabe, pelo contrário, a inflação vai prolongar-se. Significa um ano com níveis de inflação que os portugueses não estavam habituados a ter e que batem recordes sucessivos. Agora assiste-se a uma estabilização, mas isso não significa um retrocesso. O que terá “efeitos a todos os níveis. Para as famílias, para as empresas. É um período de extrema dificuldade e há a necessidade de manter as contas certas”, declarou. “sabemos que temos uma recessão a espreitar na Europa e se não tivermos o país bem solidificado – um país tão endividado como o nosso – tudo correrá pelo pior

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Num momento de incerteza económica para Portugal, o Governo preparar-se para apresentar o primeiro Orçamento de Estado no próximo dia 10. O debate promovido pelo Dinheiro Vivo, DN, TSF e JN para perspetivar o que se espera no próximo ano, pretende perceber como deve desenhar-se o próximo OE, que será o primeiro completo deste Governo de maioria absoluta.

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Para Marco Galinha, CEO da Global Media Group, a seguir a uma as empresas em Portugal viram-se com grandes desafios e tiveram muitas dificuldades para enfrentar um dos momentos mais difíceis das últimas dezenas de anos. “Resilientes muitas vezes e, muito bem, o próprio Estado criou mecanismos para suportar melhor os efeitos da pandemia, demos com este conflito militar da Europa. Talvez um dos momentos mais desafiantes do futuro empresarial, até porque a melhor forma de combater a pobreza e criando emprego e condições para os salários serem viáveis”, afirmou, ao abrir a sessão.

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“Demos com uma inflação de 9% e uma enorme dificuldade em todas as cadeias de abastecimento e todas as ruturas, os custos fiscais. Acabámos por mais uma vez com toda a resiliência superar todos estes temas”, louvou o empresário

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Subscrever “Fala-se muito em melhorar as condições de trabalho. É sempre muito difícil com toda a carga fiscal que temos – e bem sabemos que a credibilidade de um país vê-se numas finanças públicas fortes – na verdade todos estes temas que afetam muito a produtividade e resultados de um país que afetam os bons resultados de um país, são talvez o mais importante que vamos debater aqui hoje”, lançou

Por seu turno, a diretora do Dinheiro Vivo, Joana Petiz, afirmou que os desafios que o país enfrenta são grandes, um momento de “uma dificuldade sem precedentes” e que nem mesmo a crise de 2011 foi tão difícil com esta. “Saímos de um período de dois anos de pandemia, em que as empresas enfrentaram enormes dificuldades e entramos num período de muitíssimo maiores dificuldades com uma inflação galopante e que se esperava rápida”. Como se sabe, pelo contrário, a inflação vai prolongar-se. Significa um ano com níveis de inflação que os portugueses não estavam habituados a ter e que batem recordes sucessivos. Agora assiste-se a uma estabilização, mas isso não significa um retrocesso. O que terá “efeitos a todos os níveis. Para as famílias, para as empresas. É um período de extrema dificuldade e há a necessidade de manter as contas certas”, declarou. “sabemos que temos uma recessão a espreitar na Europa e se não tivermos o país bem solidificado – um país tão endividado como o nosso – tudo correrá pelo pior

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